quinta-feira, 7 de maio de 2015
Vencedores do Concurso «Faça Lá um Poema»
A Flor
Era uma vez flor
Conhecida por
Bela
Que tinha a cor
Do vestido da
Cinderela
A flor dançou
Uma menina olhou
A flor parou
E a menina
chorou
Não chores querida menina
Que vou voltar a
dançar!
E na cara da
menina
O sorriso voltou a
brilhar
Bruna Faria
Nádia Santos 6ºB
Os Sentimentos
A alegria, ela é como um sol que brilha
dentro de mim
Muitas vezes esse sol não brilha como
devia brilhar mas
Quando brilha…ah… quando ele brilha,
encho-me de sorrisos
E os meus olhos brilham tanto… como se
fossem um farol a acenar aos barcos.
A preocupação, essa faz-me agir
precipitadamente,
Faz-me discutir por tudo e no entanto
por nada…
Às vezes…ai …às vezes nem sei porque me
preocupo,
Talvez pelo facto de ter medo de perder,
pelo medo de perder as forças,
Cair e pensar que podia ter feito
melhor…
Essa é uma sensação da qual não gosto
nada,
Pois aí… a minha cabeça parece um
moinho, mói, mói, mói, roda, roda, roda…
Enfim, talvez depois passe, ou não
A tristeza, muitas vezes faz-me ficar
sozinha,
Como as árvores que abanam, abanam como
se quisessem falar
E ninguém lhes respondesse…
Outras vezes faz-me ficar de mau humor
como o trovão, que grita, grita, grita
E do qual quase todos têm medo…
Outras vezes choro, choro, choro como a
chuva que em dias cinzentos também chora,
Mas depois…depois vem o sol,
E surge o arco-íris!
Joice dos Santos- 6º A
Os sentimentos
Há vários tipos de sentimentos
De acordo com os diferentes momentos
A tristeza
É uma alma sem beleza
A diversão
É a dança do coração
A alegria
É o corpo cheio de folia
A dor
É uma pessoa sem amor
O medo
É como ser atingido por um rochedo
Estas são algumas emoções
E os seus significados
As emoções que não podemos evitar
Nem com cuidado!
Érica Carvalho- 7ºA
Destino
Sai do seu casulo
Tem de encontrar alguém,
Alguém que a anime
Alguém que saiba,
Mas para onde vai ela?
Tenta voar, tenta prosseguir,
Mas não sabe que caminho
Há-de ela seguir
Não sabe que vida vai encontrar,
Não sabe se existirá alguém
Em quem ela possa
confiar
Alguém que a estime
Uma borboleta colorida,
Sem saber como será
o resto da sua vida
Sempre que abre as asas,
Sente-se insegura,
Mas tem de ter coragem,
Tem de ter bravura
Será só ela neste momento?
Será só o sol, a água ou o vento?
Ela não sabe,
Mas vai descobrir
E o seu destino
Ela vai seguir.
Ana Sofia Pereira
Eva da Silva 9º C
quinta-feira, 30 de abril de 2015
quinta-feira, 23 de abril de 2015
25 de Abril.... Sempre!
Em 1968, Marcelo Caetano substitui Salazar no poder e pôs em prática um conjunto de medidas que, aparentemente tornava o regime menos agressivo. Foi a chamada " Primavera Marcelista ".
Sem se aperceber Marcelo Caetano abria caminho à oposição política, gerada sobretudo, entre os militares. Nasce assim, o Movimento dos Capitães, que começa a organizar-se e a preparar um golpe militar.
Ao descontentamento dos militares, junta-se os da população, que contestam a continuação da guerra colonial.
Organizados com o nome de MFA ( Movimento das Forças Armadas ), os militares cercaram o quartel dos Carmo e obtêm, depois de algumas negociações, a rendição do governo.
A 25 de abril de 1974, caiu o regime ditatorial e surgiu em Portugal a Democracia. Era o fim do Estado Novo e o triunfo da revolução. Logo após a Revolução de Abril, foram tomadas um conjunto de medidas que devolveram aos cidadãos as suas liberdades fundamentais.
Em apenas poucos meses foi iniciado o processo de descolonização, que resultou na independência da Guiné, Angola, Moçambique, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe. Com o fim da guerra colonial, milhares de portugueses que viviam nas ex-colónias regressaram a Portugal, eram os chamados "retornados".
A 25 de abril de 1975, realizaram-se as primeiras eleições livres e em 1976 é apresentada e aprovada a nova Constituição que estabelecia a forma de organização e funcionamento do regime democrático.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Conheces a escritora?
Maria Tereza Maia Gonzalez,
nasceu em Coimbra, em 1958, e é licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – Variante de Estudos Franceses e Ingleses – pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa.
Recebeu o Prémio Verbo-Semanário, juntamente com Mª do Rosário Pedreira, pelo livro «O Clube das Chaves entra em acção», em 1989.
Da sua obra constam sobretudo romances juvenis, sendo também da sua autoria histórias infantis, poesia, contos, ficção para adultos e uma colecção juvenil de peças de teatro.
Do seu livro mais conhecido, «A Lua de Joana» (traduzido e publicado em cinco países estrangeiros: Albânia, Alemanha, Bulgária, China e Espanha), foi feita uma adaptação para teatro por Ana Lúcia Galinha, tendo sido levada à cena pelo grupo Artyaplausos, em Lisboa e noutras cidades do País, em 2007, 2008 e 2009.
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